Michele aprende a jogar tênis
21 de novembro 2008 , por Michele Chaluppe , 1 comentárioQuem nunca jogou não pode imaginar o que é. Quem já sabe jogar, talvez não se lembre do drama da primeira vez. O caso é que eu já tinha experiência com raquetes. Era boa jogadora de ping-pong na escola e adoro um frescobol na praia. Estou falando, é claro, do frescobol arte, não do frescobol de resultados. Falo do frescobol que diverte, faz correr e ajuda a bronzear. Nada a ver com derrotar o adversário.
Mas fui jogar tênis. Namorado joga direitinho, comprou raquete nova e tem quadra no prédio. Namorado tem paciência também. Ele sabia que isso não é esporte que se ensine de um dia para o outro e topou mesmo assim.
Para ajudar a visualizar, caso você seja iniciante: a raquete (começando pela parte fina) tem o cabo que vc segura, uma estrutura de ferro que vai abrindo e vira o arco. E só depois, o arco. Ou seja, fácil, tem uns 30cm entre o início da sua mão e o início da redinha ? onde a bola deve tocar.
Só que o raciocínio humano (para não dizer o meu) nem sempre acompanha. Calculava que a bola teria que bater na minha mão, como se a minha mão fosse a raquete. Não era… E tome bola no cabo da raquete!!
Não é simples condicionar o cérebro a acertar algum ponto a 30cm do seu corpo… Namorado disse que eu fui bem. Ele é fofo, incentiva, gosta de elogiar. Mas jogar tênis não é simples, não. Passei dois dias com a mão direita tremendo ? parecia mal de parkinson. Também tive uma pequena bolha na lateral do dedão. E uma dor estranha em todo o lado direito do corpo…
Não sei se devo continuar. Mas, na dúvida, melhor fazer o que motiva toda mulher a seguir em um propósito: adquirir um bem… Já encomendei uma raquete com o amigo que vai para Nova York.
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