Porque comer ainda é o melhor negócio!

Pensamentos viníferos

6 de julho 2007 , por Roberta Malta , 3 Comentários

Coisas que ouvi ontem, na minha aula na ABS, e me fizeram pensar:

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Sobre o fato de grandes vinhos terem garrafas básicas e vinhos medíocres, garrafas lindas: ?Se o que tem por dentro é muito poderoso, o que tem por fora pode ser simples?.

Sobre os abstêmios: ?Nunca confie em quem não bebe nada. Essa pessoa, provavelmente, terá vícios piores?.

Diferença entre enólogos e enófilos: ?Enólogos resolvem os problemas do vinho, enófilo resolvem seus problemas com vinho?.

O professor me incomodou um pouco: tinha a arcada dentária do Alckmin, falava muito em mulheres, de uma maneira que resvalava pro xucro e, ao mesmo tempo, tentava dar lições de elegância.

Mas achei que rendeu um bom material para divagações. Observações a respeito?

Publicado em 6 de julho 2007 às 1:38 AM na categoria Copo e cozinha. Você pode acompanhar as respostas a este post através de nosso feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou colocar um trackback no seu site.

3 Comentários to “Pensamentos viníferos”

  • Roberta Malta disse:

    Eu também acho bonito pensar que um vinho inesquecível tá muito mais ligado à qualidade intrínseca do que a mais palpável, científica.
    E, sim, alguma coisinha tem que beber. Perdoem se ofendo alguém, mas acho que não beber NADA, é meio como não comer carne NUNCA…

  • Dani disse:

    Eu bebo pouco. Bem pouco mesmo, mas entre as bebidas que gosto, o vinho ocupa o primeiro lugar. E apesar de ser olhada meio de lado todas as vezes que peço meu suco no bar ao invés de cerveja, concordo: não dá pra confiar em pessoas que não bebem (nada mesmo!). Dizer que não bebe, é a mesma coisa que querer dizer que não se tem fraquezas ou que se está acima das fraquezas e tentações humanas. Assino embaixo: pessoas assim devem ter vícios bem piores! Afinal, todos somos humanos e precisamos de alguma válvula de escape de vez em quando!

  • Pepê disse:

    Detesto comentários sexistas, isso sempre me faz reduzir a pessoa quase a pó, ou algo aquém de pó, já que pó até que tem uma história interessante para contar… Mas gosto muito das viagens dos enólogos: “Este vinho me lembra uma janela aberta na toscana, numa manhã de primavera, as flores na jardinheira, um perfume de rosas…”

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