Dicas que vão além do que temos na bolsinha de maquiagem!

Brasileiros em Miami: o básico

5 de junho 2007 , por Alexal , 18 Comentários

Brasileiros, quando em Miami, fazem sempre a mesma coisa. Rumam em bandos para o Sawgrass, um grande outlet há 40 minutos de downtown, visitam o Dadeland Mall e chegam excitadíssimos a Nike Town para comprar meia dúzia de Nike Shox para toda a família. Eu, em Miami há seis meses, já acompanhei todos os meus amigos por diversas vezes em todas estas lojas. Não os culpo. Tudo é tão caro no Brasil que eles querem aproveitar a oportunidade e levar provisões para o ano inteiro. No último fim-de-semana, acompanhei uma amiga pelos pontos básicos da cidade. Acompanhe a nossa incansável saga:

SÁBADO

Cedinho partimos para o Sunset Shops, onde compramos blusinhas para dormir na Gap (a marca está cada dia mais decadente, espero que Austyn Zung possa reerguê-la) e tops bem bacanas na Banana Republic (as vezes, no meio de tanta roupa careta para trabalhar há peças diferentes). A coleção de primavera tem tops de cetim coloridos e blazers acinturados em branco, preto e azul. Uma passada pela Armani Exchange compensa a ida ao shopping. Sempre tem um saia, um casaquinho, um novo jeans que vale a pena. E para os homens, camisetas a partir de USD 20 com estampas bem legais.

Minisaia Armani Exchange – ótima com blusinha e chinelo.

Nike Town, no mesmo shoping, eu passo. Prefiro atravessar a rua e ir até a Foot Works, onde compro Mizuno, Asics e roupas para malhar que custam menos de 30 dólares. Se quiser ainda aproveitar, vale ir na Barnes & Nobles, supercompleta e cara. Amazon, Amazon, Amazon…

Para quem achava que tudo isso era o bastante, não conhece o nosso pique. De lá seguimos para downtown, onde almoçamos no Novecento, um dos lugares mais frequentados por executivos, mauricinhos e afins principalmente as sextas-feiras. Energias recarregadas, seguimos para o Merrick Plaza, meu shopping predileto na cidade. Caro demais, todos dirão. But, em meio a Roberto Cavalli, Tifannys (onde há aneis de USD 150) e Jimmi Choo é possível comprar blusinhas na Express, bijoux e tudo o mais na Nordstrom, brincos a USD 50 na Swarovski e vestidos de seda na Bebe. Tem também a loja da marca brasileira Francesca Romana. Não vale a pena, pois os anéis que no Brasil custam R$ 300 aqui valem o dobro. Mas a dona é simpática e logo ao lado há um delicioso café com mesas ao ar livre

De lá, fomos tomar a “saideira” na Lincoln Road, onde visitamos a Swatch, a Miss Sixty e a loja da Apple. Impossível passar pela rua e não dar uma entradinha e namorar o Macbook Pro, perguntar quando chega o iPhone e comprar uma nova meia para o iPod. Chega, é hora de ir para casa e se preparar para sair luzindo nossas novas roupas. Nesta noite jantamos no Karu & Y, um empreendimento de 20 milhões de dólares que conta com restaurante, bares e danceterias de diferentes ritmos. SuuuuperMiami. Para o bem e para o mal.

DOMINGO

Se fóssemos turistas normais, nós os brasileiros, iríamos a praia. Mas a gente acha a praia deles um lixo e preferimos fazer MAIS compras. Gastamos horas comprando produtos orgânicos no The Fresh Market, o novo Playstation 3 na Best Buy e alguns cosméticos no Target. Por fim consegui arrastar a amiga de seu foco e tomar um café com The New York Times na Books & Books em Coral Gables e ver um “Knocked up” no Regal South Beach, na Lincoln com Alton Road. De lá diretamente para Coconut Groove, que tem o shopping Cocowalk e também pequenas lojinhas escondidas que são um encanto. Mas isso já é assunto para meu novo post. Até lá!

Compre um “Confessions of a Shopaholic” e leia ao ar livre na Books & Books acompanhado de um café mocha.

Publicado em 5 de junho 2007 às 9:08 PM na categoria Estados Unidos, Miami, Viagens. Você pode acompanhar as respostas a este post através de nosso feed RSS 2.0. Você pode deixar um comentário, ou colocar um trackback no seu site.

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